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De alguma forma, negociamos todos os dias, em vários aspectos de nossa vida. As pessoas lutam pelo seu espaço e os relacionamentos às vezes desafiam nosso equilíbrio. No trabalho, é preciso lembrar do profissional que somos, sem deixar que as motivações pessoais tomem conta da situação. Veja o que um negociador profissional tem a dizer.
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No mundo dos negócios, uma das perguntas mais frequentes que fazemos a nós mesmos é “como negociar quando a outra parte da negociação é agressiva, rude ou até desagradável?”. Uma regra básica é deixar de lado as emoções relacionadas ao amor, ódio, medo, luxúria e contentamento, estimulando a parte “mais básica” do nosso cérebro. Nós, seres humanos, temos três camadas principais do cérebro que atuam e coordenam áreas distintas de nosso corpo. Por milhões de anos de evolução, a camada do tronco cerebral, conhecida como o lado da “repetição”, tem se desenvolvido e outras mais sofisticadas adicionadas a fim de nos tornar seres mais “espertos” em relação à outros do reino animal.
O grande desafio é controlar-se quando somos ameaçados, amedrontados, enganados, insultados ou mau tratados, ou seja, quando estes elementos se descontrolam, fazem com que o cérebro “animal” reaja e entre em pane. Uma vez que isto ocorre, perdemos o controle sobre nossas emoções e nosso senso de perspectiva, despencamos e revidamos, elevando a temperatura da discussão e, mais do que isto, podemos perder o controle de uma situação de negócios, por exemplo.
De fato, muitos negociadores agressivos e desagradáveis utilizam-se desta estratégia para ganhar negociações, tentando destruir o outro lado. Empresas especializadas em treinamento de negociações recomenda que a calma e o controle emocional devem existir full time. Os segredos do sucesso de como ser bem sucedido nas negociações são a calma e o controle emocional, peças chaves para o sucesso nos negócios. Então, como podemos conduzir estas situações quando somos colocados sob pressão?
Se a outra parte estiver tentando irritá-lo e deixá-lo desconfortável a ponto de forçá-lo a ceder, entenda o que estão fazendo. Se reagir à provocação, irá incentivar seu adversário a continuar com este “jogo”. Ouça em silêncio e não revide. Quando terminarem ou pararem de falar, sumarize as suas principais preocupações ou reivindicações para mostrar que está ouvindo e prestando atenção, apesar de não concordar com eles. Em alguns casos peça um esclarecimento sobre um ou outro ponto.
Seja profissional. É muito difícil para alguém manter uma postura agressiva por muito tempo, especialmente se você está calmo e sob controle. Resista à tentação de revidar, pois isto pode danificar o relacionamento ao longo prazo. Além disso, se você está lidando com pessoas que usam essa tática, entenda que eles podem ser bons no método. Melhor reformular a negociação para os termos que você os encontre mais acessível.
Negociação é um processo de troca. Claro que você terá que fazer concessões quando negocia, mas tenha certeza de que qualquer movimento que você faça só será bem sucedido se a outra parte também fizer algo interessante para você.
Utilize a linguagem adequada e termos que reflitam exatamente o que você deseja. Coloque suas condições, de forma clara e específica, antes de colocar qualquer oferta na mesa. Desta forma uma negociação pode ser muito mais lucrativa para as empresas.
José Roberto Ribeiro do Valle é sócio-diretor da Scotwork do Brasil, empresa especializada em técnicas de negociação presente em mais de 30 países.(Site Empreendedor).
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As dicas sobre diferenças culturais para quem vai viajar a outro país ou receber um estrangeiro no Brasil são sempre úteis porque nos alertam sobre possíveis diferenças que podem ser estranhas a nós, mas absolutamente naturais para outros povos. Uma das oportunidades de conhecer hábitos alheios é o momento das refeições. O que pode ou não? Depende do convidado. Veja aqui as observações de um americano sobre os hábitos brasileiros – o outro lado do balcão.
Eca-tiqueta
Minhas amigas cariocas não sabem o que é pior: meus hábitos alimentares ou minha higiene depois de comer. Suas sobrancelhas saltam se uso as mãos para consumir um galeto ou um sushi desmoronando no shoyu ou -eca!- se uso palito. Então, eis minha defesa para o que consideram minha falta de boas maneiras à mesa.
Se palitar os dentes em público é gafe, por que há paliteiros nas mesas dos restaurantes, e não nos banheiros, lugar de fio dental e enxaguatório bucal?
Mulheres brasileiras treinam os maridos para não usar o palito dando um psiu ou um pito se eles esticam o braço para pegar um. Algumas não deixam o marido palitar nem que ele cubra o ato com a mão em concha. Minha patroa piauiense tolera que eu use um palito desde que não mastigue a metade que não está pendurada para fora da boca. Ninguém é perfeito.
Assim como paliteiros convidam a palitar, pias de porcelana ao lado do balcão de botecos no Rio que servem galeto convidam a traçá-lo com as mãos. A maioria dos cariocas opta por talheres porque foi ensinada a não tocar no que come. Um guardanapo separa suas mãos até de um sanduíche.
Os que convido para comer costeleta de porco coberta de molho barbecue têm de usar as mãos porque não ponho talheres na mesa. Nós, americanos, comemos costeletas como nossos antepassados da caverna porque só um cirurgião poderia separar a carne do osso e porque, como carnívoros, isso está em nosso DNA.
Os convidados esperam pela minha primeira mordida ancestral na costeleta, assentada sobre todos os dez dedos, antes de seguir meu exemplo. Os homens encaram o desafio. As mulheres procuram coragem para enfrentá-lo.
A filha de seis anos de amigos que convidamos para jantar costeletas levantou os dedos engordurados de molho e exultou: “Sou americana!”. Depois, como eu, lambeu o molho dos dedos enquanto os pais, que preferiram usar guardanapos, olhavam incrédulos.
Para os americanos, chupar dedos engordurados é quase tão satisfatório quanto sexo. Só não faço isso em restaurante japonês. Depois de comer sushi, peço uma toalha quente. Por quê? Uso a mão para salvar um sushi desmoronando no shoyu porque é impossível pescá-lo com os pauzinhos. Para um ianque, esse resgate feito à mão é tão natural quanto empurrar arroz para cima do garfo. E qual seria a opção? Deixá-lo lá como uma baleia encalhada e pedir uma nova tigela? “É!”, minhas amigas dizem.
Uma delas me disse que etiqueta significa “pequena ética”. Mas “etiqueta” vem da palavra francesa para “tíquete”, um convite para obedecer aos códigos sociais. E eu costumo recusar o convite porque ninguém espera que americanos tenham bons modos. Pergunte aos britânicos.
À mesa, polidez depende da pátria. Muitos japoneses usam as mãos para comer sushi, um fast food inventado para ser comido assim. E chineses chiques que saem para jantar fazem barulho ao tomar sopa. Os franceses saboreiam “foie gras” com garfinhos. Então, os brasileiros cometem uma gafe porque passam na torrada? Talvez. Mas quem sou eu para ensinar boas maneiras à mesa?
(Jornalista Michael Kepp, na Folha de S.Paulo - 29/04/2010)
Do G1, em São Paulo - 20/04/2010 13h05
Uma empresa da Alemanha colocou uma placa de advertência que pode “ferir” o visual de suas funcionárias, mas não sua integridade física. O laboratório Boehringer Ingelheim, na cidade de Ingelheim, proibiu suas colaboradoras de usar salto alto em sua área interna.
Os sinais com a proibição já estão espalhados pelos caminhos ao redor do escritório. A justificativa da empresa é que o calçamento é feito de pedras e caminhar com esse tipo de calçado sobre o local pode causar acidentes.
Trabalhar todos os dias vestindo um uniforme tem suas vantagens. De manhã, você já sabe o que vai vestir e não corre o risco de errar na combinação e suas outras roupas são poupadas do desgaste de muitas lavagens. Mas não é por isso que os cuidados podem ser esquecidos.
Quando alguém representa uma empresa, todas as informações transmitidas pela forma de se apresentar para seus públicos estão sendo observadas, diz a consultora de imagem Alana Rodrigues Alves. Que o uniforme deve estar limpo e passado você já sabe. Mas não pode estar com rasgos, fios puxados ou manchas. O tamanho deve ser exato. Nem largo, nem muito justo. “Calcinha, coxas e seios marcados acabam com o visual”, afirma. No inverno, o uniforme não pode destoar da equipe. Qualquer reforço contra o frio deve ficar sob o uniforme, como meia-calça ou segunda-pele.
Outro detalhe é o sapato. Não precisa exagerar e usar o mesmo modelo de madrinhas de casamento, mas também não pode ser esportivo como aquele tênis preto usado na academia. Se não se adaptar ao bico fino, tente um tamanho maior. Experimente ir a lojas de produtos ortopédicos ou sapatarias mais sofisticadas e veja as opções para proteger e ficar mais segura para andar. Se o bico fino não for exigência, opte pelo sapato de bico arredondado e saltinho. Uma sugestão é que a empresa mande imagens dos tipos de calçados para seus funcionários não errarem na hora da escolha. Por último, evitar barulho também é sinal de elegância. “Sapato barulhento é desagradável. Leve para o sapateiro colocar meia-sola fina. Isso ajuda a diminuir o barulho ao andar”, diz Alana.
Lembre-se que, mesmo que possa escolher, algumas regras básicas devem ser respeitadas. A meia-calça é importante no uso de saias e deve ser da cor da pele ou do sapato. Outra dica é ter sempre uma meia-calça igual na bolsa, caso a que você usa desfie.
Cabelos e unhas devem estar “impecáveis”, segundo ela. Se não der tempo de lavar sua cabeleira, o melhor é prender. Se não puder fazer as unhas, mantenha-as limpas, lixadas e sem restos de esmalte. Para os homens, barba feita e unhas cortadas também são muito bem-vindas.
Maquiagem, perfume e acessórios devem ser discretos. Fivelas podem ser pretas ou marrons, maquiagem básica e perfume quase imperceptível. E nada de brilho.
Veja o site da consultora: www.consultoriadeimagem.com.br.
O CEL LEP apoia este evento! E o motivo é mais do que justo: a vida do planeta!
A Ong World Wildlife Fund (WWF) promove, no dia 27 de março, das 20h30 às 21h30, a “Hora do Planeta”. A participação é simples: basta desligar as luzes da sua casa, escritório ou escola. O evento visa chamar a atenção para o aquecimento global da Terra. No Brasil, o evento estreou no ano passado e contou com a adesão de diversas cidades. Pontos importantes do país, como o Cristo Redentor e o Congresso Nacional, ficaram sem iluminação. Para ser contado na estatística da “Hora do Planeta”, entre no www.horadoplaneta.org.br e se inscreva, clicando em “Participe”, no menu à esquerda.
Neste ano, o evento já conta com a adesão de mais de 20 prefeituras e 832 empresas em todo o território nacional. Além das instruções para participar da “Hora do Planeta”, o site também estimula os internautas a mandar ideias a serem postas em prática no dia 27, com direito a votação para a escolha das melhores sugestões.
(Fonte: www.ethos.org.br)
Descubra qual é a sua inteligência principal e acerte na escolha de sua vocação.
A palavra inteligência tem a raiz leg - do verbo latim lego,- ere, quer dizer juntar ou conectar (lembra do brinquedo Lego?). É a ciência ou capacidade de ligar internamente o que é captado. Reconhecer a sua inteligência principal, dentre as outras que possuímos, vai ser muito útil para ajudá-lo a acertar na escolha do seu emprego ou área preferencial de trabalho. Howard Gardner, professor de Harvard, vem desafiando a tese da inteligência única e propôs a existência de inteligências múltiplas. Confira abaixo algumas delas:
Inteligência linguística ou verbal - Manifesta-se no uso das linguagens verbal e escrita para convencer, transmitir informações ou simplesmente agradar. (Atores, poetas, jornalistas, professores, advogados, locutores, etc).
Inteligência Lógica-Matemática - Relaciona-se à capacidade de manejar habilmente o raciocínio matemático. (Engenheiros, cientistas, matemáticos, economistas, etc).
Inteligência Musical – É, provavelmente, o dom que surge mais cedo, pelo talento musical (maestros, compositores, artistas, cantores, etc).
Inteligência Corporal-Cinestésica – Capacidade de coordenação motora utilizando o corpo inteiro ou parte dele. (atletas, cirurgiões, artesões, dançarinos, cabeleireiros, etc).
Inteligência Espacial ou Visual – Capacidade de compreender o mundo visual e formar modelos mentais e operar com eles. (navegadores, médicos, pintores, arquitetos, estilistas, pilotos, etc).
Inteligência Naturalista Ecológica – Sensibilidade para compreender os padrões da natureza. (ambientalistas, arqueólogos, ecologistas, etc).
Inteligência Interpessoal – Compreensão das outras pessoas e suas motivações, possibilitando ainda inferir seu estado de ânimo e intenções. (pais, religiosos, professores, vendedores, psicólogos, etc).
Inteligência Intrapessoal – É a capacidade de formar um conceito verídico sobre si mesmo, ou seja, o autoconhecimento. Permite o acesso à sua intuição, sentimentos, aspirações e emoções para reorientar sua atitude e comportamento. Diria que é a mais importante das Inteligências. (líderes, gurus, conselheiros, filósofos, mentores, etc. Enfim, pessoas que encontraram sua vocação na vida e realizaram ou estão realizando seu verdadeiro potencial).
Um exemplo deste tipo de inteligência é o Pelé. O rei do futebol tinha como inteligência predominante a corporal-cinestésica; tinha também a verbal e a interpessoal. Porém, o que fez Pelé ser “o Pelé” foi sua inteligência intrapessoal, que o capacitou separar o ídolo Pelé da pessoa física Edson. A inteligência intrapessoal deu a ele o discernimento de inclusive pendurar as chuteiras na hora certa. Ou seja, isto é o autoconhecimento (aquela palavra de novo!).
HSM ONLINE
Por Robert Wong (autor dos livros “O Sucesso Está no Equilíbrio” e “Super Dicas para Conquistar um Ótimo Emprego” e um dos palestrantes mais inspiradores e requisitados do mercado)
Trabalhos manuais são fórmulas simples para descarregar tensão do dia-a-dia
O cérebro feminino não desliga. A solução para aliviar a sobrecarga da alta voltagem composta por trabalho, casa, compromissos, relação e filhos pode estar nas mãos.
Especialistas recomendam tarefas prazerosas – mas deixadas de lado pela falta de tempo – para amenizar o estresse e recuperar as energias. O remédio para o mau-humor e cansaço mental pode ser uma dose de tricô, crochê ou ponto cruz.
Os benefícios trazidos pelos trabalhos manuais são tantos que até mesmo os hospitais já adotaram a prática para aliviar a tensão dos pacientes – ainda mais aguçada devido aos períodos longos de internação. No Hospital Universitário de São Paulo foi instalada uma “brinquedoteca de adultos”, em que os maiores de 18 anos descarregam o estresse por meio de jogos, pinturas em quadros e até confecção de enfeites.
Segundo Felícia Nomura, enfermeira responsável pelos pacientes que freqüentam a brinquedoteca, as atividades manuais ajudam a acalmá-los. Depois de receber alta hospitalar, conta a enfermeira, alguns voltam para trazer mais artigos para a terapia que, sem o uso de medicamento algum, os deixou tão aliviados.
A mesma receita é aplicada no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, onde os pacientes e os próprios profissionais de saúde são convidados à “arte terapia”, feita com raio-X antigos ou caixas de medicamentos não utilizadas. Se o efeito positivo é conquistado entre os já adoecidos, a técnica das atividades manuais também pode ser utilizada como mecanismos de prevenção ao estresse rotineiro. Os especialistas em terapia ocupacional, por exemplo, usam os conceitos das atividades manuais para também tranqüilizar as pessoas. A explicação é que este tipo de função estimula a criatividade ao mesmo tempo em que serve de válvula de escape para a tensão acumulada.
A melhora na prática
Sem nunca ter sido internada ou ter recorrido às informações médicas, a bancária Renata Totti Ferreira Pinheiro, 28 anos, descobriu na prática – e aos 19 anos – os benefícios dos trabalhos manuais no combate ao estresse. O gosto já quase esquecido pelo ponto cruz foi relembrado quando ela ficou desempregada. O efeito das tarefas era duplo: fazia companhia enquanto ela não estava procurando emprego e, ao mesmo tempo, aliviava a ansiedade da busca por uma nova colocação.
“Foi tão bom fazer os trabalhos manuais que mesmo depois de ter encontrado emprego continuei fazendo”, conta Renata. “Hoje virou quase um vício. Faço diariamente, para me distrair depois da jornada de trabalho. Aprendi uma técnica de artesanato com meia-calça e gosto de presentear as pessoas com o que produzo”, afirma a bancária que já tratou de difundir a técnica. “Minha sogra até consegue ganhar um dinheirinho com isso hoje” conta.
O remédio pode virar veneno
O estresse é companheiro de boa parte das mulheres e, segundo dados já divulgados atingem mais da metade da população feminina. A presidente do International Stress Management Association (ISMA- Brasil), Ana Maria Rossi, confirma que os trabalhos manuais podem amenizar as sequelas trazidas pelo mal moderno, desde que não virem outro hábito estressante.
“O estresse é aliviado por meio de hábitos que dão prazer. Se a pessoa não tem aptidão ou não gosta, a prática não vai funcionar”, afirma Ana Maria. “Outro fator importante é que o trabalho manual não pode virar uma obrigação e caso não realizado no dia, seja encarado como um problema, uma frustração”, completa a especialista.
Pessoas jovens, com filhos e que não tiveram muitos anos de educação são aquelas que mais se deixam levar pelo sentimento de raiva e ódio, de acordo com um novo estudo da Universidade de Toronto, no Canadá.
Feito a partir de um estudo nacional com mais de mil indivíduos, maiores de 18 anos, o estudo dirigido por Scott Schieman foi publicado na coletânea de pesquisas científicas sobre o tema, International Handbook of Anger.
Entre os principais pontos levantados por Schieman identificou-se que as pessoas mais jovens são mais propícias à raiva do que os adultos, de uma forma geral. O dado mostra que esse público é mais sensível a sofrer pressões de tempo (relativas a cobranças sociais, por exemplo), econômicas, e apresentar mais relações conflituosas no trabalho.
No caso de pessoas jovens com menos tempo de estudo o sentimento de “estar atrasado” ou sem tempo para executar as tarefas com as quais estão comprometidas leva também a uma sensação constante de incômodo, que antecede ataques de raiva.
Ter crianças em casa é outro ponto que é associado frequentemente aos sentimentos de ódio e comportamentos negativos intensos (que resultam em brigas e violência contra os filhos). Além disso, os resultados indicam que esses padrões são ainda mais comuns em mulheres jovens do que nos homens.
Quanto maior o nível educacional menor a incidência de sentimentos relacionados com a raiva, e maiores índices de pró-atividade (ações dirigidas à mudança da situação que leva à raiva, ou atitudes voltadas ao estabelecimento de conversas sobre o assunto com a pessoa envolvida ou ainda diálogos a respeito do que levou àquela situação específica).
E como não poderia deixar de ser, dificuldades financeiras ajudam a aumentar o nível do sentimento de raiva e ódio. Essa relação é, novamente, ainda mais evidente entre mulheres e pessoas mais jovens.
“Essa abordagem sociológica da raiva traz à tona o fato de que as condições sociais a que um indivíduo está exposto influenciam os desequilíbrios emocionais”, diz Schieman. “Isso pode ajudar a explicar porque algumas pessoas sentem mais raiva que outras, em um contexto amplo, e como a desigualdade social impacta na vivência diária destas pessoas, e não somente daquelas que explodem em ataques de ódio e fúria, mas todos ao redor, ou seja, na sociedade como um todo é impactada”, finaliza.
Qualidade de Vida é mais do que ter uma boa saúde física ou mental. É estar de bem com você mesmo, com a vida, com as pessoas queridas, enfim, estar em equilíbrio.
Isso pressupõe muitas coisas; hábitos saudáveis, cuidados com o corpo, atenção para a qualidade dos seus relacionamentos, balanço entre vida pessoal e profissional, tempo para lazer, saúde espiritual, etc.
Ser competente na gestão da própria saúde e estilo de vida deveria fazer parte das prioridades de todos.
O teste a seguir, que foi elaborado pela CPH Tecnologia em Saúde, empresa voltada para o desenvolvimento de projetos na área de promoção de saúde e qualidade de vida, possibilita uma avaliação de seu nível de qualidade de vida. Como será sua qualidade de vida?
http://sitededicas.uol.com.br/teste_quavida.htm
Você prefere sorvete de casquinha ou de copinho? Veja o que isso significa.
Seguindo os passos da pesquisa do psicólogo Fernando Dogana sobre a relação entre escolha alimentar e personalidade, a também italiana Viviana Finistrella, especialista em psicologia da nutrição do Hospital Pediátrico Menino Jesus, em Roma, elegeu o sorvete como base de uma análise semelhante.

Segundo a especialista, as características de personalidade começam a se estruturar por volta dos 7 anos de idade, época em que as preferências por comida também se estabelecem. “Na base dessas escolhas está o sabor doce, porque ele é mais agradável, típico do leite materno”, diz.
“Humanos são predispostos a recusar o amargo e o ácido, pois muitas substâncias nocivas possuem essas características”, explica. Em termos evolutivos, essa rejeição tem objetivo de proteger o ser humano de ameaças da natureza. “O bom entendedor concluirá que os apreciadores desses sabores são pessoas que não hesitam em desafiar o perigo”, completa Finistrella.
Qual o seu sorvete?
Fazendo mistério sobre os detalhes da pesquisa, que ainda está em curso, a psicóloga revela apenas que destacou as principais características do sorvete, formas de consumo, apresentação e consistência.
Partindo da observação de todos esses elementos, comparou-os aos comportamentos de cada participante do estudo. “É claro que existem diferenças e nuances únicas em cada personalidade, e que não admitem identificação através desse método. Mas os traços básicos encontrados são comuns a todos”, conclui.
Veja quais as características de personalidade comuns a quem prefere determinadas formas de apresentação de sorvete, segundo a pesquisa:

Casquinha: é a escolha de quem prefere uma experiência sensorial completa, contando com a segurança da satisfação final. Quem prefere esse formato é quase sempre um tipo guloso.
Geladinho: seu apreciador têm personalidade do tipo imediatista-independente, que procura por prazeres que possam ser vividos na hora. Por causa dessa característica, toleram pouca as frustrações da espera.
Bombom de sorvete: sinônimo de personalidade moderna-atual. É uma escolha típica do nosso tempo. É o sorvete de quem adora ter uma reserva de bem-estar, um prazer menor, que não se expande, mas é repetido no tempo. Além disso, pode ser apreciado em vários contextos diferentes (incluído o ambiente de trabalho).
Copinho: é o preferido dos tipos mais controlados e comedidos. É o único sorvete que não permite liberdade na forma de comer e exige o uso de uma colherinha. É o preferido de quem não permite deixar-se levar, concedendo-se um prazer (que pode sujar as mãos ou as roupas), ou daqueles que precisam manter as boas maneiras, mesmo que seja para si mesmo.
Agora que você já sabe, que tal se refrescar nesse verão com o seu sorvete favorito?
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